Hoje eu precisei entrar no site da Nestlé para procurar sobre uma promoção (pedido da mamãe). Como não poderia deixar de ser, o site é pesado, cheio de flash, etc... As informações sobre a promoção estavam em um hotsite, também pesadíssimo. Parece que o designer da página sabia que ela não era das mais leves:
"A Nestlé torce para que sua conexão esteja rapidinha"? "Aproveite para se distrair com o loading"... Um jogo de Tetris! Aliás, não é exatamente Tetris, mas "é igual Tetris".
Um legítimo caso de se fazer a proverbial limonada.
Juan Carlos González Marco, conhecido como "Pánfilo", foi preso a mando do Governo cubano, após ter sido condenado a dois anos de prisão por protestar e pedir comida diante de câmaras de televisão. Apesar de "Pánfilo" ter sido condenado a dois anos de prisão por "desvinculação laboral" e "periculosidade social pré-delitiva", e sua pena ter sido ratificada na semana passada em um tribunal de apelação de Havana, ele recebeu uma carta na qual comunica sua liberdade e que ficará 21 dias em um hospital psiquiátrico para receber um tratamento contra alcoolismo. "Pánfilo" ficará em liberdade após sua estadia nesse hospital e não terá que voltar à prisão.
"Desvinculação laboral"? "Periculosidade social pré-delitiva"? É a novilíngua ali, em um país da América Central pertinho de você.
PS: "Desvinculação laboral" é, no linguajar comunista, "parasistismo". Foi por isso que os Simpsons fizeram um esquete-escracho uma vez, "Worker and Parasite".
Editora Campus-Elsevier - Fazendo Posts com Temas Aparentemente Magros
Para mim, a Editora Campus se notabiliza pelas seguintes características:
1. Produzir edições com excelente acabamento... e preço compatível (leia-se 'alto') com esse acabamento. Interessantemente, muitas vezes essas mesmas edições são encontradas a preço de banana por aí. Por exemplo, minha cópia de Da Alvorada à Decadência, livro de umas 800 páginas e que pesa cerca de um quilo e meio (!) e que sai na tabela por R$ 134,10, foi comprada por R$ 14,90. Assim foi também com minha cópia de A Mente Seletiva e as de muitos outros livros.
2. Traduzir ótimos títulos para o português, como o referido A Mente Seletiva e Freakonomics. Ah, por aprimorar o título original desses livros também.
3. Ser uma marca parceira/controlada pela Elsevier. Embora eu nunca tenha precisado pronunciar 'Elsevier', se eu tivesse que fazê-lo eu faria como se lesse em francês - Elseviê. Ontem, porém, eu escutei uma autoridade pronunciando esse nome com "Elseváiar, como se leria em inglês. Buscando passar a questão a limpo, eu realizei uma extensa e cansativa pesquisa (fui ao Google e procurei 'elsevier pronúncia') sobre como pronunciar "Elsevier". Felizmente, encontrei rapidamente a resposta. E o que é melhor, da própria editora:
Há algumas semanas eu vi uma camisa bem legal à venda numa loja perto do meu apartamento. Como eu estava com pressa naquele dia acabei não comprando-a. Hoje eu voltei à loja para ver se ela ainda estava lá. O modelo da camisa estava disponível... mas não no meu tamanho (M). "Que coisa", pensei eu, "se tivesse uma do meu tamanho, com certeza compraria". Foi aí que eu percebi que o tamanho G era quase igual ao tamanho M a que eu estou acostumado.
Peguei uma e fui ao provador. O tamanho era mesmo quase igual ao M. Mas aí eu comecei a ver que ela não era tãaao legal assim, que eu já itnha uma camisa parecida, etc... Acabei não comprando.
Essa é a condição humana: conforme já foi extensamente documentado, você idolatra, idealiza e deseja tudo aquilo que não pode ter.
Uma reclamação muito comum de compradores de TVs de plasma e LCD é constatar que, ao chegar em casa, "a imagem não é tão boa quanto a da loja". Há diversas razões para isso acontecer: a iluminação da loja é diferente da que se encontra em casa, a conexão utilizada não é a ideal, DVDs comuns não costumam ficar bons em TVs HD ou Full HD sem que ele passe antes por um processo de upscaling, etc.
A esse rol eu gostaria de somar um outro. Há uma marca de aparelhos eletrônicos que liga seus televisores a uma espécie de "gerador de imagens Full HD". Embora não tenha podido mexer diretamente nele, consegui dar uma boa analisada visual no equipamento. Aparentemente ele não usa mídia ótica convencional (Blu-ray ou DVD) como fonte de imagem. Assim, embora ele gere a melhor imagem possível para uso nessas TVs, ele o faz por meio de fonte (creio que por meio de uma mídia proprietária) que não está disponível para o consumidor. Dessa forma, a imagem mostrada na loja corresponde a um best-case scenario que dificilmente o comprador conseguirá replicar em casa - mesmo com o Blu-Ray (afinal, não adianta colocar em Blu-Ray algo que foi filmado inicialmente com equipamento precário ou cujas matrizes foram sendo desgastadas pelo tempo).
A dica para quem for comprar uma TV de plasma ou LCD é pesquisar muito antes de fazer negócio e pedir para experimentar alguns títulos que se pretende exibir na nova TV. Isso pouparia o transtorno, meio inacreditável mas muito real, que a imagem obtida nessas TVs de alta tecnologia fique inferior a das TVs convencionais de tubo (CRT).
Programa será mostrado em encontro pan-americano sobre o consumo de hortaliças De Iraque/Kuwait para Jardim dos Pequis. A mudança do nome de um bairro já dá a ideia de como um projeto simples, mas bem estruturado, pode melhorar a vida de uma comunidade.
(...)
Que coisa. Vamos fazer uma releitura da notícia:
Bosques urbanos mudam cidades no Canadá
De Brasil para Bosque dos Bordos. A mudança do nome de um bairro já dá a ideia de como um projeto simples, mas bem estruturado, pode melhorar a vida de uma comunidade.
Espero que nenhum diplomata iraquiano ou kuwaitiano saiba que o nomes de seus países estão sendo usados como sinônimo de coisas ruins!...