Russia has said on repeated occasions that it reserves the right to intervene, even militarily, to defend the (unspecified) interests of its "compatriots" elsewhere in the former Soviet Union. After the 2008 conflict in Georgia, few can doubt their resolve to do so. Russia is also passing a law that will make illegal any attempt to equate Hitler and Stalin, which will criminalize the Baltic states' own version of their history.
Tosco é (ou era) uma palavra tão útil. Pena que ficou eternamente associada a Marcos Mion e o seu Piores Clipes do Mundo. O programa era bom, mas parece que quem fala tosco não passa de um Mion wannabe. Os possíveis substitutos (malacabado, grosseiro, rude, etc) não são tão bons quanto o original.
Do UOL Michaelis:
tosco tos.co (ô) adj (lat tuscu) 1 Que não é lapidado, polido, nem lavrado; tal como a natureza o produziu: Pedra tosca. 2 Malfeito; grosseiro. 3 Rude, rústico. 4 Inculto, sem instrução, estúpido, ignorante, bronco. Em tosco: em bruto. Pl: toscos (ô). Fem: tosca (ô).
Ontem a Folha de São Paulo (é o terceiro post com origem na Folha hoje), bem como outros veículos de comunicação, publicaram um artigo, Aliança para Mudança, assinado pelos presidentes do Brasil e da França, Luiz Inácio Lula Da Silva e Nicolas Sarkozy, respectivamente.
Ora, ora, ora.
Quem já teve que participar de uma redação em grupo sabe que o quão difícil é fazer sair qualquer coisa. Qualquer coisa:
- Implantação ou implementação?
- Olha, "implantação" é mais tranquilo, mais conservador. "Implementação" implica que vai se seguir toda uma série de procedimentos. Dá uma idéia de processos formalizados e...
- Mas o que a gente está fazendo é o que? Processos "avacalhados"?
Isso quando não se chega à discussão entre "eficiência", "eficácia" e "efetividade".
Geralmente esse tipo de debate é resolvido quando uma das partes, geralmente a mais fraca, cede. Mas e quando os dois que assinam são presidentes da República? Tanto o Brasil quanto a França são países independentes e soberanos, reconhecidos pela ONU.
Para complicar, o Lula não fala muito francês e Sarkozy, creio, não deve ser um profundo conhecedor da língua de Camões. Assim, além dos presidentes, temos dois intérpretes-tradutores (cada país traz o seu de confiança). Questões de tradução são ainda mais ensangüentadas do que mera redação ("poxa, a gente usa freedom ou liberty aqui?"). Mais um focode problemas.
Mas sabemos que os presidentes dificilmente se dariam ao luxo de escrever muita coisa pessoalmente. Eles sugerem linhas gerais aos seus ghostwriters, que ficam incubidos de dar um corpo às idéias que se deseja expressar. O ghostwriter tem certa liberdade, mas precisa se ater à idéia sugerida. Assim, eles precisam se consultar às vezes com seus chefes.
Então temos até agora: dois presidentes, dois intérpretes-tradutores e dois ghostwriters. Quem já tentou marcar uma reunião, por mais boba que seja, sabe que é difícil agendar um encontro, mesmo com apenas duas pessoas. Com seis então, complicadíssimo - a fórmula para dificuldade de se marcar uma reunião é (A^µ), onde A é uma constante maior que um, e µ é o número de pessoas que devem estar presentes.
A solução é indicar um secretário-executivo para o agora Comitê de Redação Franco-Brasileiro. Mas apenas um? E a representação paritária? Como ambos os países são membros da ONU, etc, Brasil e França indicam um secretário-executivo cada um, que se revezam.
Assim o texto sai.
Que textos assinados por figurões de governos de países diferentes sejam publicados é uma grande realização, não necessariamente apenas pelo lado diplomático.
Dia desses a ministra Dilma ficou muito irritada (e com razão) com a Folha de São Paulo, por ela ter publicado uma ficha obviamente forjada que traria os crimes da ministra quando ela ainda era guerrilheira. O fato é que ela andou forjando o próprio currículo (Lattes).
A Folha de hoje trouxe uma reportagem falando sobre como a plataforma Lattes é facilmente manipulada para adicionar informações inventadas (ou criar currículos completamente falsos). Como exemplo, ela cita o "currículo" de Carlos Eduardo dos Santos Galvão Bueno, o conhecido narrador da Rede Globo. Embora ele já tenha sido removido da base do Lattes, eu o encontrei no cache do Google e o salvei aqui.
Quem criou o currículo do Galvão pode ter cometido uma fraude (assim como a ministra), mas mostrou um senso de humor muito superior...
Fui só eu ou você, lendo o título "Ribeirão reclica (sic) metade do lixo que paga", também não entendeu nada? Os subtítulos, em especial o primeiro, também não ajudam muito.
Segue o texto:
VERIDIANA RIBEIRO DA FOLHA RIBEIRÃO
A Prefeitura de Ribeirão Preto paga cerca de R$ 60 mil mensais pelo serviço diário de coleta seletiva feito em quatro caminhões da empresa Leão Ambiental, mas só metade do material está sendo reciclado. O restante, pode estar sendo jogado fora, de acordo com o Ministério Público Estadual.
O problema, segundo apurou a Folha, acontece há pelo menos três semanas. É que o local onde toda a reciclagem do lixo coletado pela Leão Ambiental passou a ser feita, um galpão improvisado no Parque Permanente de Exposições, não tem equipamentos básicos de trabalho, como esteira para separação de recicláveis e prensa.
Em tese, segundo o Daerp (Departamento de Água e Esgotos de Ribeirão Preto), o lixo seletivo "excedente" está sendo armazenado provisoriamente pela Leão Ambiental em caçambas para ser reciclado posteriormente. As caçambas, segundo o Daerp e a Leão Ambiental, ficam em uma área de transbordo no aterro sanitário da prefeitura, localizado na rodovia Mário Donegá.
(...)
Mesmo lendo a reportagem, ainda fico em dúvida a respeito do que a jornalista queria dizer com aquele título.
Não há melhor investimento que o leite das crianças - Winston Churchill
Tão importante quanto o leite é a cerveja dos trabalhadores - Querido Líder
Ahn?
"The refrigerator vans carrying beer have a traffic privilege on the streets of Pyongyang like cars carrying soybean milk to children" em http://www.kcna.co.jp/item/2009/200906/news25/20090625-14ee.html.
No site da loja (www.delirius.com.br) você tem que indicar se tem mais ou menos que 18 anos. Se você tiver mais que 18, o site abre. Se não, é redirecionado para o www.disney.com.br.