Matizes Escondidos

03/01/2009

This Time is Different: A Panoramic View of Eight Centuries of Financial Crises

Dica de artigo: This Time is Different: A Panoramic View of Eight Centuries of
Financial Crises,
de Carmen Reinhart e Kenneth Rogoff. Muito interessante, os autores discutem características comuns de diversas crises financeiras a partir de uma nova base de dados, que contém informações par alguns países a partir do século XIV. Além de relevante, é muito bem escrito. O legal é que os autores vão lançar um livro baseado nesse artigo e nas demais descobertas vindas do estudo dessa base de dados.

Abstract


This paper offers a “panoramic” analysis of the history of financial crises dating from England’s fourteenth-century default to the current United States sub-prime financial crisis. Our study is based on a new dataset that spans all regions. It incorporates a number of important credit episodes seldom covered in the literature, including for example,
defaults and restructurings in India and China. As the first paper employing this data, our aim is to illustrate some of the broad insights that can be gleaned from such a sweeping historical database. We find that serial default is a nearly universal phenomenon as countries struggle to transform themselves from emerging markets to advanced economies. Major default episodes are typically spaced some years (or decades) apart, creating an illusion that “this time is different” among policymakers and investors. A recent example of the “this time is different” syndrome is the false belief that domestic debt is a novel feature of the modern financial landscape. We also confirm that crises frequently emanate from the financial centers with transmission through interest rate shocks and commodity price collapses. Thus, the recent US sub-prime financial crisis is hardly unique. Our data also documents other crises that often accompany default: including inflation, exchange rate crashes, banking crises, and currency debasements.


Escrito por Philipe às 10h24
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02/01/2009

Lewinsky + lente de contato = Maysa

E a Monica Lewinsky é a cara da finada Maysa...

É só aplicar uma lente de contato:

 


Escrito por Philipe às 08h21
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01/01/2009

Felix 2009


Escrito por Philipe às 19h17
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31/12/2008

Usando Velox Sem Provedor - Modo Bridge

Em virtude de uma sentença judicial, usuários do serviço ADSL (banda larga via fio de telefone) Velox não precisam mais pagar provedor de acesso à Internet.

Na época da Internet discada, o usuário realmente precisava da infra-estrutura de um provedor (UOL, Terra, etc) para poder acessar a rede. Com a conexão ADSL, entretanto, só é necessário haver uma linha com sinal liberado: um provedor não é necessário.

Há alguns anos, os provedores, percebendo que corriam perigo com a popularização do ADSL, buscaram na justiça a proibição do acesso à Internet sem pagamento de provedor à parte. Assim, mesmo que desnecessariamente, o usuário era obrigado a contratar (e pagar) um provedor. Bom, eis o "capitalismo" brasileiro...

O fato é que agora (ou até a próxima ação dos provedores), o usuário Velox não precisa mais pagar provedor de acesso. Ele pode, claro, fazê-lo: o UOL, por exemplo, oferece excelente conteúdo para o assinante. Mas o fato é que eles passam agora ser provedores de conteúdo, não de acesso, e a sua contratação passa a não ser mais obrigatória.

Mas como se conectar ao Velox, então, sem usar o login e a senha do provedor?

É simples: basta preencher, como login, uma palavra qualquer, junto de oi.com.br, e uma senha qualquer. Por exemplo, você pode preencher com matizesescondidos@oi.com.br e a senha ser 1234:

Velox sem provedor - Modo Bridge

Pelo menos aqui em casa, funcionou. Se alguém tentar, fineza deixar um comentário...

A historinha dos provedores não querendo largar o osso daria um interessante estudo de direito e economia.

PS:Funcinou com o modem no modo bridge. Como router ainda não consegui.

PS2: Acho que isso funciona em algumas cidades, mas em outras, não. Creio que em função de liminares, etc.


Escrito por Philipe às 21h42
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De R$ 0,50 por R$ 1,00

Que estranho, alguém comprou uma moeda de 50 centavos por R$ 1 no Mercado Livre. Mesmo para coleção, seria mais fácil minerar alguma nas gavetas de casa, não?


Escrito por Philipe às 21h24
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30/12/2008

"Pizza oito horas no forno" ou "solução de livre-mercado"

Achei este artigo bem interessante. Fala sobre um laboratório nos EUA que testa a segurança de artigos de consumo. O diferente é que o laboratório é privado. Os fabricantes o procuram (e o pagam) independentemente de serem obrigados a tal. O benefício é que os produtos certificados têm melhor inserção no mercado:

Every product they test is at the request, and the expense, of its manufacturer, who seeks out UL not because it has to – no federal law mandates safety tests for most items – but because it’s cheaper and easier than a product-injury lawsuit, Drengenberg says. In fact, most retailers won’t stock a product if it hasn’t been safety tested. But it’s all voluntary, a tidy case study of the free market at its best: bottom-line drivers of consumer good. 

Outra parte que eu achei notável:

There’s a combustion lab to test ovens – on a recent day, they cooked 200 pizzas, nonstop over eight hours – and a strobe lab, where they test fire alarms for the hearing impaired.

Opa, deixar uma pizza no forno por oito horas? Bom, acontece...

Via Geek Press 


Escrito por Philipe às 17h00
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28/12/2008

Um chamado aos economistas

A imagem abaixo é do livro Geografia: Espaço Geográfico e Globalização, de Eustáquio de Sene e João Carlos Moreira, ed. Scipione, 1ª edição, página 110:

Segundo o livro, "há um tempo circula uma anedota entre muitos economistas segundo a qual a Grã-Bretanha é um país em vias de subdesenvolvimento".

Puxa, dizem que os economistas não são reconhecidos por seu senso de humor, mas essa história aí em cima seria o fim da picada!

Algum economista aí pode já a escutou ou poderia opinar a respeito da "anedota"?


Escrito por Philipe às 19h41
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Parem as máquinas!

Como já dito antes, esse pessoal que escreve esses livros e revistas do tipo "Retrospectiva 20xx" deve odiar quando acontece algo de importante nos últimos dias do ano. O tsunami gigante (26/12/2004), o assassinato de Benazir Bhutto (27/12/2007) e o ataque israelense a Gaza (a partir de 27/12/2008) são os exemplos que me vêm à mente agora.

Dá-lhe encartes em folhas soltas de última hora... 

 


Escrito por Philipe às 18h48
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