Editei a foto para preservar a privacidade do anunciante.
Se pedem 500 mil na casa (que provavelmente vai ser derrubada e virar estacionamento) é porque deve haver gente disposta a pagar muito bem pelo uso do estacionamento. E se há gente disposta a pagar muito bem, é porque o uso do espaço será muito útil. Talvez derrubar a casa e fazer um estacionamento faça sentido.
Por outro lado, a casa, por estar no centro e ser antiga, provavelmente tem um valor histórico e cultural elevado. Essas casas antigas também costumam ser muito bonitas. Essas características de valor histórico, cultural e estético são difíceis de expressar em valores monetários, o que complica a comparação com o cenário acima (de transformação em estacionamento) sob a ótica de qual seria melhor para a sociedade.
Para um controle adequado do comércio exterior (entre outras razões, para cobrar taxas e impostos), o governo precisa estipular diversas categorias de bens e serviços. Como são inúmeros os itens comercializados, o governo precisa criar um quantidade enorme de classificações. Lembrei disso hoje, quando lia aqui sobre estatísticas de comércio exterior em Minas Gerais...
Os principais produtos importados por Uberaba, produtora de grãos, cana e gado, foram “outros cloretos de potássio, uréia com teor de nitrogênio, outros compostos heterociclicos, pigmento rutilo e enxofre a granel”.
(...)
A participação dos dez principais produtos importados por Minas Gerais foi de 26% da pauta, demonstrando desconcentração nas importações. Destacaram-se os aumentos nas importações de “outras formas brutas de níquel, não ligado” e “outras partes e acessórios para tratores e veículos automotores”.
Inevitavelmente uma ou outra seria divertida:
Por outro lado, as importações de “outras hulhas, mesmo em pó, mas não aglomeradas” decresceram 19%, em relação a 2006, ou cerca de US$ 100 milhões.
Eita! "Outras hulhas, mesmo em pó, mas não aglomeradas" não é uma classificação, é quase uma frase em si mesma.
In economics, menu costs are the costs to firms of updating menus, price lists, brochures, and other materials when prices change in an economy. Because this transaction cost exists, firms sometimes do not change their prices when the economy puts pressure on it, leading to price stickiness.
Generally, the effect on the firm of small shifts in price (by changes in supply and/or demand, or else because of slight adjustments in monetary policy) are relatively minor compared to the costs of notifying the public of this new information. Therefore, the firm would rather exist in slight disequilbrium than incur the menu costs.
Foi do que eu lembrei quando li isto aqui, sobre postos de gasolina nos EUA:
Mom-and-pop service stations are running into a problem as gasoline marches toward $4 a gallon: Thousands of old-fashioned pumps can't register more than $3.99 on their spinning mechanical dials.
The pumps, throwbacks to a bygone era on the American road, are difficult and expensive to upgrade, and replacing them is often out of the question for station owners who are still just scraping by.
(...)
Mechanical meters can be retrofitted with higher numbers when pump prices climb another dollar. The last time that happened was in late 2005, when gas went over $3 a gallon, and owners of the older pumps installed kits that went to $3.999.
This time around, owners of the old pumps will need to install another kit that can handle prices up to $4.999, and possibly higher. Industry experts say those changes could cost as much as $650 per pump.
Câmara aprova lei que considera crime dirigir sob efeito do álcool
Da home page do UOL de ontem:
Ué? Mas já era crime, não? Na verdade, o projeto de lei busca incriminar quem dirigir com qualquer quantidade de álcool no sangue, diferentemente da lei atual, em que há um nível (baixo) que é permitido.
Olhem só a precisão do horário de trabalho de um anúncio de estágio...
Por Áurea
PS: O dono do blog não o abandonou. É que ele está concluindo sua monografia de uh... conclusão de curso, o que está lhe gastando alguns recursos como tempo e humor.
O tempo passa e a tecnologia avança. Com isso, os preços de componentes eletrônicos, em especial os de computador, têm uma tendência de queda. Isso, combinado com um dólar cada vez mais desvalorizado, fez com que os preços de hardware despencassem nos últimos meses.
Ano passado, em agosto, eu comprei um computador com o meu irmão, e tenho as especificações dele. Vamos ver quanto custaria montá-lo, passados dez meses, com os mesmos componentes principais (ou os mais semelhantes). Preços pesquidos na mesma loja em que comprei o com: