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| 22/09/2007 |
Tenho casa, carro e Barsa
No meu prédio tem um anúncio de "vende-se" mais ou menos assim:
Vende-se
Uma cama
Uma mesa de telefone
Um armário de duas portas
Uma mesa com quatro cadeiras
Dois criados mudos
Uma escrivaninha
Uma Enciclopédia Barsa
Uma Enciclopédia Mirador
Tratar com fulano no apto. xxx
Pois é, se você reparar, a pessoa está vendendo móveis (diversos) e duas enciclopédias. Bom, enciclopédias.
Um monte de livros grossos, atualizados (na melhor das hipóteses, até uns dois ou três anos atrás). Pois é. Desde o advento das enciclopédias eletrônicas e da popularização da Internet, essas grandes enciclopédias ficaram... deslocadas.
Eu sou fã de livros, adoro pegar e sentir o cheiro do papel, reparar na diagramação e tal. Não acho que a leitura eletrônica chegue aos pés de se ler no papel. Livros-texto, então, são indispensáveis!
Mas a exceção são as enciclopédias. Creio que 90% do tempo, quem consulta enciclopédias (eletrônicas ou em papel) são alunos dos ensino fundamental ou médio que querem fazer (meio sem interesse) uma pesquisa para a escola, sobre algum evento ou fato bem definido, como explicar o que foi a "Sabinada". Para consultar um ou outro verbete, e lembrando que geralmente quem lê na enciclopédia em papel vai acabar digitando parte do texto, as enciclopédias eletrônicas, na minha opinião, são imbatíveis.
Talvez aquelas coleções enormes, caras e meio desajeitadas de livros esteja bem acompanhada no anúncio de venda de móveis. Ultimamente, elas se tornaram quase um enfeite (se não é que já não eram antes).
Escrito por Philipe às 18h18
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A vida imita a arte ou vice-versa.
Vocês se lembram do dia em que descobrem que a burrice do Homer, de ''Os Simpsons", era causada por um crayon enfiado na cabeça, que afetava o cérebro? Pois é, você achou que era impossível que algo semelhante acontecesse, mas não é. Em http://www.belfasttelegraph.co.uk/news/world-news/article2841533.ece#

Escrito por Philipe às 18h10
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Serviço de utilidade pública
Informação útil para o atual contexto da infraestrutura brasileira: em qual parte do avião a chance de sobrevivência é maior? Confira em http://www.popularmechanics.com/science/air_space/4219452.html.

Escrito por Philipe às 18h02
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| 21/09/2007 |
Buemba!
http://ultimainstancia.uol.com.br/noticia/42544.shtml
Buemba!
Faculdades federais de MG terão que reservar 50% de vagas à rede pública
Doze centros de ensino superior de Minas Gerais terão de reservar 50% das vagas de todos os seus cursos a candidatos estudantes de escolas públicas. A determinação é do TRF (Tribunal Regional Federal) da 1ª Região, confirmando sentença de primeira instância da Justiça Federal em Minas Gerais. Da decisão, ainda cabe recurso ao Supremo Tribunal Federal e ao Superior Tribunal de Justiça.
Pela decisão, as universidades federais devem elaborar listas de aprovação nos vestibulares diferenciadas entre alunos de escolas privadas e públicas.
São elas a Universidade de Minas Gerais, Viçosa, Lavras, Uberlândia, Juiz de Fora, de Ouro Preto, Fundação de Ensino Superior de São João Del-Rei, Escola Federal de Engenharia de Itajubá, Faculdade Federal de Odontologia de Diamantina, Escola de Farmácia e Odontologia de Alfenas, Faculdade de Medicina do Triângulo Mineiro e Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais.
Para a procuradora regional da República Denise Vinci Tulio, autora do parecer da Procuradoria Regional da República da 1ª Região, “a Constituição Federal garante a igualdade de oportunidades entre todos e, portanto, é direito de todos o acesso aos níveis mais elevados de ensino”.
Segundo ela, “é induvidosa a grande distância entre as condições fornecidas pelas escolas públicas e pelas escolas particulares no preparo daqueles que pretendem prestar o exame vestibular”, o que justifica a necessidade da reserva de vagas.
O pedido de reserva de vagas foi feito em ação civil pública ajuizada pela Procuradoria da República em Minas Gerais em 1999. Em maio de 2001, a 12ª Vara Federal de Belo Horizonte obrigou os centros de ensino superior a destinarem metade de suas vagas a estudantes de escolas públicas. As faculdades recorreram ao TRF-1.
A PRR-1 defendeu a reserva de vagas e o Tribunal, acolhendo o parecer da Procuradoria, manteve a decisão de primeira instância.
A desembargadora federal Selene Maria de Almeida, relatora do processo no TRF-1, afirmou que “o número de vagas nas universidades públicas é notoriamente insuficiente e o processo de privatização acelerado pelo qual o ensino superior está passando não atende às necessidades dos candidatos de baixa renda”.
Foi com essa motivação que o procurador da República Fernando Martins ajuizou a ação há quase oito anos. Para ele, “o ensino superior público, apesar de gerar um alto custo para a sociedade em geral, vem sendo usufruído quase exclusivamente por famílias de classe média e alta”.
Processo: 1999.38.00.036330-8/MG
Escrito por Philipe às 17h45
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| 20/09/2007 |
Transição para o mal
Do www.gustibusgustibus.wordpress.com, um comentário sobre o fato de como os operários da morte em nos campos de concentração nazista tinham uma vida relativamente normal nos momentos de folga.
Ao contrário do pessoal da Escola de Frankfurt, acredito (e acho que essa é a verdade) que esse pessoal não era necessariamente distinto do resto de nós. Ou seja, o holocausto foi feito por pessoas comuns. O que, claro, nos traz uma inquietação: como é que pessoas normais sejam levadas a aceitar um mal de tal tamanho?
Do link de ontem, tiro uma faceta de uma possível explicação. Quem se interessar, leia um bom artigo sobre como pessoas boa podem se tornar malignas, aqui.
The Stanford Prison Experiment
Philip Zimbardo was curious about why prisons are such violent places. Is it because of the character of their inhabitants, or is it due to the corrosive effect of the power structure of the prisons themselves?
To find out, Zimbardo created a mock prison in the basement of the Stanford psychology department. He recruited clean-cut young men as volunteers — none had criminal records and all rated "normal" on psychological tests — and he randomly assigned half of them to play the role of prisoners and the other half to play guards. His plan was that he would step back for two weeks and observe how these model citizens interacted with each other in their new roles.
What happened next has become the stuff of legend.
Social conditions in the mock prison deteriorated with stunning rapidity. On the first night the prisoners staged a revolt, and the guards, feeling threatened by the insubordination of the prisoners, cracked down hard. They began devising creative ways to discipline the prisoners, using methods such as random strip-searches, curtailed bathroom privileges, verbal abuse, sleep deprivation, and the withholding of food.
Under this pressure, prisoners began to crack. The first one left after only thirty-six hours, screaming that he felt like he was "burning up inside." Within six days, four more prisoners had followed his lead, one of whom had broken out in a full-body stress-related rash. It was clear that for everyone involved the new roles had quickly become more than just a game.
Even Zimbardo himself felt seduced by the corrosive psychology of the situation. He began entertaining paranoid fears that his prisoners were planning a break-out, and he tried to contact the real police for help. Luckily, at this point Zimbardo realized things had gone too far. Only six days had passed, but already the happy college kids who had begun the experiment had transformed into sullen prisoners and sadistic guards.
Zimbardo called a meeting the next morning and told everyone they could go home. The remaining prisoners were relieved, but tellingly, the guards were upset. They had been quite enjoying their new-found power and had no desire to give it up.
Escrito por Philipe às 06h45
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| 19/09/2007 |
Disgusting
Confira os 20 experimentos mais bizarros da história da Ciência, em http://www.museumofhoaxes.com/hoax/Top/experiments/P0/.
Pior é a cabeça o cachorro mantida viva separada do corpo...
Meusdeus, isso é mais que bizarro ou trizarro, é pentazarro.
Ugh.
Escrito por Philipe às 21h53
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| 18/09/2007 |
Re-post
Alguém já reparou que os orelhões da Telemar/Oi às vezes têm um selinho "Higienizado em" e depois segue uma data?
Pois é, ontem eu vi um cara higienizando um orelhão...
Puxa, orelhão deve ser superimundo, um monte de gente passa a mão, espalha perdigotos ("chuva de secreções"), além de ficar exposto à poluição e tal...
E, para higienizar, um paninho com detergente. Paninho. Detergente. Um pouquinho de detergente.
Poxa, detergente foi feito para tirar gordura, não para desinfetar. Está certo que mesmo assim o detergente dá uma limpeza razoável. Mas para telefones públicos eu acho que o pessoal devia dar um caprichada, tipo passar um desinfetante.
Alguém poderia fazer um estudo de cultura de bactérias em telefones públicos, ia ser interessante e relevante para a saúde pública, mitigação do efeito estufa e salvação da galáxia.
Puxa, bela higienização.
Por isso, fica meu alerta: nada de lamber telefones públicos, ok?

Escrito por Philipe às 16h51
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| 17/09/2007 |
Re-post por terem me chamado hoje de desocupado por ter um blog
Vocês já viram o camarada que toca músicas do Mario (aquele que encanador gordo que consertou o vazamento atrás do armário) no piano? É, músicas do jogo de videogame. Você pode conferir aqui.
É impressionante. O camarada deve ter treinado muito tempo para conseguir fazer tal proeza.
Mas esse não é ponto ao qual desejo chegar. É que diversas vezes eu escutei gente falando "Nossa! Que falta do que fazer!" quando se deparavam com esse tipo de feito. Para elas, o cara tocar as músicas do Mario no piano é explicado pelo cara "não ter o que fazer", ou ainda não "teria o que fazer" o cara que faz filas belas e enormes de dominó para depois derrubar, ou seriam desocupados os caras que fizeram " o cara tussiu".
Será mesmo? Acho que as pessoas que dizem que esses feitos são coisa de gente "à toa" não conseguriam fazer o que os supostos desocupados fazem mesmo com muito mais tempo. Eles fazem pouco caso dos caras, mas na verdade, não chegam nem aos pés deles. O principal insumo para realizar tais coisas não é tempo, e sim talento e capacidade de se esforçar!
Tenho me policiado para não falar que realizar esses feitos é coisa de desocupado.

Escrito por Philipe às 17h39
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De R$110 por R$119
Promoção imperdível:

Escrito por Philipe às 17h30
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| 16/09/2007 |
Eu já desconfiava... Estraga-prazeres.

Dica no Youtube: http://www.youtube.com/watch?v=IcAdEBuF3uc
Vocês já viram o documentário sobre um apresentador que perde o emprego num programa de entrevistas, ao rir de um homem cuja voz se tornou engraçada após um erro médico? Rir não, gargalhar?
Vale a pena, certeza de boas risadas!
Mas depois, dê uma conferida na wikipedia, aqui.
Escrito por Philipe às 10h06
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Anotação cotidiana
Uma coisa que me chama a atenção (talvez pelo fato d'eu ter uma pequena veia de engenheiro) é o desenho de interfaces. Ok, você tem um produto ou processo legal, mas como apresentá-lo ao consumidor que vai usá-lo? Qual é a habilidade dele? Sua idade ou capacidade de aprender?
Hoje em dia, acredito que quase todos os usuário de internet saibam o que é 'email' (salvo pelos casos esporádicos de gente apresentando seu email como www.paulo@gmail.com), mas nem todos devem saber o que é 'login'.
Pensei nisso outro dia, enquanto logava no UOL para ler conteúdo exclusivo do assinante. Olhem só o que o UOL pede para logar:

Em vez de pedir o seu login (o que confundiria muitos usuários, o site pede o email. Daí, creio que o site simplesmente ignore o que está depois da arroba e deduza o login a partir do email. Testei sem colocar o email, colocando só o login e a senha, e funciona perfeitamente.
Creio que o mecanismo acima tem um probleminha, porém. Irá falhar caso o assinante, em vez de colocar o seu email do UOL, coloque outro, como gmail. Falou explicar que email a ser colocado acima é o do UOL.
Escrito por Philipe às 09h52
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