Matizes Escondidos

27/04/2007

Bric-a-brac IV

Política industrial, modelo Made in Japan:

Why would policymakers consistently intervene in ways that did not apparently enhance welfare? One
possible answer is that the informational requirements for successful industrial policy interventions is not trivial, and that policymakers simply did not get the interventions right. Another, and possibly more persuasive explanation, is that these interventions were not undertaken by politically-insulated technocrats, but rather the actual pattern of interventions observed were largely determined by political competition among various self-interested groups. So, for example, it is striking to observe that in the case of Japan, where the cross-sectoral
flows of publicly-directed resources are relatively easy to track, that for a period of decades more than 90 percent of on-budget subsidies went to the declining agricultural and mining sectors – not the emergent high technology sectors of popular lore (Figure 2). Indeed, it appears that during the heyday of Japanese industrial policy impact of public policy was on net a tax on industrial output – not a subsidy.

Fonte: Este artigo bem legal => http://www.iadb.org/laeba/downloads/WP_13_2003_NolandPack.pdf


Escrito por Philipe às 19h32
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Bric-a-brac III

Como discutido hoje, acho importante um texto apresentar uma boa relação entre tamanho e conteúdo. Todos nós achamos, não é? Não é?

Nesse espírito, recomendo a leitura do site http://www.prisonexp.org/. Essa é uma descrição da clássica experiência da prisão de Stanford. Muito instrutivo sobre a natureza humana e sobre como pessoas comuns e boas podem ser capazes de fazer coisas horríveis, dado o contexto adequado.

What happens when you put good people in an evil place? Does humanity win over evil, or does evil triumph?

Um post correlato você acha aqui. O autor do artigo citado no outro post é o mesmo que conduziu a experiência da prisão. Pode confiar em mim, ambos são must-reads.


Escrito por Philipe às 19h22
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Bric-a-brac II

Às vezes, quando eu vou digitar wikipedia, os meus dedos se deslocam uma tecla para a direita e, aplicando eu a mesma forma, acabo digitando wolopedia.

Geralmente as pessoas aproveitam erros comuns de digitação para colocar sites de propaganda. Por exemplo, ao digitar www.wykipedia.com (em vez de www.wikipedia.org), você cai em um site de propaganda.

Eu tive a idéia de testar se existia o site www.wolopedia.org. Ele não existia. Eu pensei: "Será que só eu erro a digitação dessa maneira? Ou será que as pessoas não souberam explorar essa possibilidade de ganho privado?"

De qualquer maneira, o site www.wolopedia.com existe. Isso prova que: 1) meu erro não é tão incomum ; e/ou 2) as pessoas são bem espertinhas.


Escrito por Philipe às 19h13
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Bric-a-brac I

"A morte é mais universal que a vida. Todos morrem, mas nem todos vivem." => Pois é, um dia as luzes se apagam. Isso significa que temos tempo limitado para fazer as coisas que queremos! É por isso que eu, antes de ler alguma coisa, tento apurar sua relação conhecimento/tamanho. Sem dúvida, é sempre complicado medir essa relação - afinal, não li o texto ainda. Mas eu tenho melhorado com o tempo! Acho que hoje acerto 80% das vezes. A contrapartida disso é o pesar com que leio texto com uma relação conhecimento/tamanho desfavorável. E, se o faço, geralmente é por imposição da faculdade. "Leiam o texto gigante, pois a resenha dele vale 50 pontos". Ok, são poucos os professores que (me) fazem isso (atualmente), mas que eles estão por aí, ah, estão. E os professores que mandam textos irrelevantes geralmente são os que dão as piores aulas! Coincidência? Geoffrey Miller diz (cita uma pesquisa, ahhhhh, que preguiça de procurar no livro) que temos um órgão mental que julga a inteligência das pessoas por sua relevância. Não sei se é justo ou bom, mas acho que faz sentido.


Escrito por Philipe às 19h04
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24/04/2007

MBTI

Dilbert strip - false hope

Muito tempo sem postar e com pouca inspiração.

Há algum tempo eu escrevi sobre um sistema de classificação de personalidades, o MBTI. Se faça um favor e clique aqui.

Depois de ler o post antigo, recomendo dar uma olhada no site www.dendurent.com.  Lá você encontra links para muitas coisas legais, como humor com os "tipos" psicológicos. Humor com os aqui, humor em geral aqui, uma lista legal de anagramas (em inglês) você acha aqui.

Foi lá que eu encontrei uma lista de "orações", uma para cada tipo de personalidade como definido pelo MBTI.

Vou escrever a "minha", a do INTJ:

Lord, keep me open to others' ideas, WRONG though they may be.

O inferno são os outros.

 


 

 

Ainda nessa linha, cito um outro post antigo:

'Recomendo um texto legal que eu li há alguns anos. Muito divertido. Eu me identifico com o protagonista e tenho certeza de que muitos de vocês também se identificariam. Na classificação do MBTI, ele é INTJ, algo como "quieto, perceptivo e pensador". O texto é o A Hypothetical Day of A Misanthropic INTJ Collegiate, e você o encontra em http://westwood.fortunecity.com/farhi/357/. Muito engraçado. Ou não, dependendo do ponto em que identificação rolar.

You wish you could find the words to explain to her that you actually enjoy thinking more than talking, but you know she will not understand.'


Escrito por Philipe às 20h33
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